Studio Ghibli distinguido com o Prémio Princesa de Astúrias de Comunicação e Humanidades

Studio Ghibli distinguido com o Prémio Princesa de Astúrias de Comunicação e Humanidades

  • 06/05/2026 12:59
  • Redação

Com histórias “repletas de sensibilidade, fantasia e mensagens ecológicas”, o estúdio de animação japonês Studio Ghibli foi distinguido com o Prémio Princesa de Astúrias de Comunicação e Humanidades de 2026, foi esta quarta-feira anunciado.

O júri do galardão destaca o Studio Ghibli - fundado em 1985 por Hayao Miyazaki, Isao Takahata, criador das populares séries Heidi (1974) e Marco (1976), e Toshio Suzuki - como uma “referência internacional no mundo da animação”.

“Segundo os especialistas, a sua influência ultrapassou gerações e fronteiras, criando uma ponte cultural que une pessoas de diferentes origens e transmitindo valores intemporais como a amizade, a empatia e o respeito”, refere a organização do Prémio Princesa de Astúrias, em comunicado.

Utilizando um estilo tradicional, com desenhos feitos à mão, pinturas acrílicas e aguarelas, o estúdio japonês produziu uma panóplia de filmes de animação aclamados pela crítica e pelo público.

Alguns dos títulos mais destacados do estúdio são “O Castelo no Céu”, “O Meu Vizinho Totoro”, “A Aprendiz de Feiticeira” ou “Porco Rosso”.

O júri do Prémio Princesa de Astúrias de Comunicação e Humanidades destaca as histórias repletas de sensibilidade, fantasia e mensagens ecológicas.

As produções Studio Ghibli “caracterizam-se pela grande criatividade, pela animação artesanal e

pela exploração de temas como o amor pela natureza, a tolerância e o respeito pelos seres humanos, especialmente pelos idosos”.

“O cinema do Studio Ghibli encontra beleza no quotidiano e faz dos momentos de calma e contemplação uma parte essencial das suas histórias. Outra característica das suas obras é a força e a determinação das suas protagonistas femininas, que se destacam pela sua

Imagens geradas por Inteligência Artificial (IA) inspiradas no estilo do Studio Ghibli invadiram as redes sociais no ano passado. O fenómeno popular gerou uma discussão sobre os direitos de autor e a recolha de dados.

  • Fonte: Rádio Renascença
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