ARCOlisboa faz 10 anos com novo horário e duas exposições

ARCOlisboa faz 10 anos com novo horário e duas exposições

  • 14/05/2026 16:00
  • Redação

Chegou há 10 anos a Lisboa. A ARCO – a Feira de Arte Contemporânea, que nasceu em Madrid realiza, de 29 a 31 de maio, a sua 9.ª edição na capital portuguesa. Este ano, o edifício de Cordoaria Nacional acolhe 84 galerias de 18 países, 30 delas são portuguesas.

Como é habitual para promover o acesso à arte, dias 29 e 30 de maio a entrada será gratuita para jovens até aos 25 anos, no período entre as 16h00 e as 21h00, hora de encerramento.

Na apresentação esta quinta-feira, no Pavilhão Julião Sarmento, a diretora da ARCO, Maribel López, explicou que dada a enorme atividade de exposições para visitar em Lisboa nestes dias, resolveram “mudar o horário da feira”. Abrirá mais tarde, às 14h00, nos dias 29 e 30 de maio. No domingo, dia 31, mantém a abertura ao meio-dia e encerra às 19h00.

“Achamos que a feira é este lugar comercial que tem, ao mesmo tempo, uma vontade cultural e esta edição vai refletir isso muito bem. A Cordoaria Nacional tem dois torreões e em cada um deles haverá uma exposição de Jorge Martins com curadoria de Óscar Faria e outra exposição, 'Três' com os 10 anos do MAAT”, explicou a diretora.

Tal como em anos anteriores haverá também uma seção, a Opening Lisboa, que será comissariada por Sofia Lanusse e Diogo Pinto e que contará também com a assistência curatorial de Sofia Montanha. São apresentados os trabalhos de 17 galerias emergentes.

No centro da ARCOlisboa há outra novidade de edição deste ano. Chama-se “Arquipélago de Histórias da Arte”, trata-se de um espaço que reúne seis projetos artísticos de diversos países com artistas que trabalham a partir de artes tradicionais. A curadoria é assinada por Cosmin Costinas.

A ARCO fez 250 convites a colecionadores internacionais que estarão em Lisboa por estes dias e que têm a possibilidade de visitar antecipadamente a feira que abre um dia antes para estes amantes da arte.

Questionado sobre a baixa do IVA da arte de 23% para 6%, o galerista considera que “veio ajudar o mercado” e que é um “imposto justo”.

Na apresentação, o autarca Carlos Moedas sublinhou “o impacto” que a ARCO tem para a cidade e destacou que, desde o início da feira, “a Câmara Municipal de Lisboa já comprou 200 obras na ARCOlisboa”, peças essas expostas na Galeria da autarquia, perto do Pavilhão Julião Sarmento.

  • Fonte: Rádio Renascença
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