A aula do adjunto de Guardiola e Klopp: caos, três-losango-três, FC Porto e os jogadores portugueses
- 29/05/2026 13:30
- Redação
Tem 43 anos e é completamente apaixonado pelo jogo. É neerlandês, vem da terra de Johan Cruijff, então quando fecha os olhos vê Van Basten e Bergkamp, e vive dentro de um sonho em looping a magicar o seu “três-losango-três” que ia amassar quem lhe aparecesse à frente. Ou seja, três defesas, quatro médios em forma de diamante e três avançados (dois extremos e um 9). Tão holandês, hein? "Pressing, counter-pressing”, ámem.
Em conversa com o jornalista Carlos Calaveiras, o agora ex-adjunto de Pep Guardiola fala sobre o convite do catalão, do pedido de autorização a Jürgen Klopp, das diferenças e semelhanças entre os antigos chefes das equipas técnicas de Manchester City e Liverpool. E colocam-se no topo da hierarquia dos treinadores nas últimas décadas.O neerlandês, natural de Broekhuizen, falou na sua carreira, contou histórias dos seus tempos na formação do FC Porto (2008-2014), onde levou um ralhete de Luís Castro, e explicou como vê o futebol. Pelo meio, foi deixando gargalhadas, apontamentos que se confundem com pérolas e elogios a futebolistas como Bernardo Silva, Rúben Dias e Matheus Nunes, lembrando ainda Diogo Jota.
O neerlandês, natural de Broekhuizen, falou na sua carreira, contou histórias dos seus tempos na formação do FC Porto (2008-2014), onde levou um ralhete de Luís Castro, e explicou como vê o futebol. Pelo meio, foi deixando gargalhadas, apontamentos que se confundem com pérolas e elogios a futebolistas como Bernardo Silva, Rúben Dias e Matheus Nunes, lembrando ainda Diogo Jota.
Finalmente, confessou que não sabe o que se segue visto que Pep Guardiola “vai jogar golfe” e escolheu “o maior” treinador português em Inglaterra… e a resposta surpreendeu.