Papa pede que "oiçam o clamor dos inocentes" e que a ameaça das bombas dê lugar à justiça
- 30/05/2026 14:16
- Redação
“A paz não é uma teoria a ser testada em laboratório, nem uma ilusão ingénua, nem um negócio a ser gerido para proveito pessoal. Quando a paz é procurada com um coração sincero, torna-se um compromisso diário nas nossas vidas: brota da justiça e do amor, como uma harmonia que une indivíduos, famílias, comunidades e povos”, sublinhou o pontífice.
O Santo Padre pediu ainda que "oiçam o clamor dos inocentes" e que a ameaça das bombas dê lugar à justiça e à verdade.
O Papa não duvida que, mesmo neste tempo de tensão e conflito, “a paz torna-se possível quando estamos dispostos a ouvir o clamor daqueles que dela são privados: crianças inocentes, mães e pais angustiados, prisioneiros maltratados, refugiados, pessoas que sofrem de todas as idades. Todos eles têm uma única palavra nos lábios: paz!”
O Papa acrescentou que, para alcançar a paz, “todos podem e devem fazer a sua parte, começando por pequenas, mas importantes, ações, abstendo-se de toda a violência verbal ou física, no dia-a-dia e também nas redes sociais”. E lembrou que “a verdadeira paz começa num coração que ama; manifesta-se nos lábios que proferem palavras de reconciliação; reflete-se nos olhos que contemplam o mundo com mansidão e sabedoria. Esta é a verdadeira força, a força da verdade e do amor.”
Nesta oração pela paz, uniram-se, em direto com o Papa, os Santuários e Igrejas de Zarvanytsia (Ucrânia), Bagdad (Iraque), Aparecida (Brasil), Awali (Bahrein),
Antipolo (Filipinas), Elele (Nigeria), Czestochowa (Polonia), Loreto (Italia), Knock (Irlanda), Fatima (Portugal), Medjugorje (Bosnia-Hrzegovina), Cidade do México (México), Lourdes (França), Vilnius (Lituânia), Byblos (Líbano), Altötting (Alemanha), Washington (E.U.A.), Ahmadi (Kuwait) e Pompeia (Itália).