Meteoro explode no céu com força de 300 toneladas de dinamite e abala EUA

Meteoro explode no céu com força de 300 toneladas de dinamite e abala EUA

  • 31/05/2026 03:31
  • Redação

Dois fortes estrondos foram ouvidos na tarde deste sábado em Massachussets, nos EUA, fruto da explosão de um meteoro na atmosfera sob a região da Nova Inglaterra, no nordeste norte-americano. A informação foi confirmada pelo serviço geológico local e pela NASA, que garante que o meteoro se desintegrou a 60 quilómetros de altitude e não chegou a colidir com o solo. Gerou, no entanto, uma breve bola de fogo que foi visível no céu, mesmo sendo ainda dia.

Também a polícia de Watertown, uma das zonas afetadas, garantiu à ABC News ter recebido "numerosos relatos de sons de explosão e pequenos tremores de terra", mas asseguram não haver quaisquer indicações de feridos ou danos materiais.

A Sociedade norte-americana de Meteoros (AMS) acredita que o objeto teria cerca de um metro de diâmetro e que o que tiver restado dele deverá ter caído no oceano.

De acordo com a AMS, o objeto tinha cerca de um metro de diâmetro. Algumas pessoas também relataram ter visto uma breve bola de fogo no céu.

O momento foi, igualmente, captado pelos satélites da Administração Oceânica e Atmosférica Nacional dos EUA.

Não há registros de que qualquer fragmento tenha atingido o solo. Especialistas afirmam que eventuais destroços provavelmente caíram no oceano. De resto, os registos do serviço geológico dos EUA confirmam que, apesar do estrondo ter sido sentido por muitos, não há atividade sísmica assinalável nos equipamentos de monitorização de abalos.

O momento do impacto com a atmosfera foi registado por moradores locais, mas o fenómeno está longe de ser o primeiro do género na zona: ainda no passado mês de março uma bola de fogo cruzou os céus do nordeste dos EUA, originando muitos relatos nas redes sociais. Segundo a AMS, a América do Norte tem sido palco de mais ocorrências similares este ano do que o habitual mas, apesar da espetacularidade, não há quaisquer indicações de que esta atividade astronómica mais intensa represente algum tipo de ameaça planetária.

  • Fonte: Rádio Renascença
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