O justo campeão da Europa

O justo campeão da Europa

  • 01/06/2026 00:00
  • Redação

Antes do passado sábado não havia seguramente muitas dúvidas sobre qual a equipa com maior capacidade para conquistar a Liga dos Campeões Europeus referente à temporada que agora chegou ao fim.

Defrontavam-se Paris Saint-Germain e Arsenal, dois clubes que haviam acedido à final depois de percursos em que o representante da Cidade-Luz deixou sempre a sensação de que só muito dificilmente não chegaria à final de Budapeste.

Pelo caminho haviam ficado clubes com enorme currículo na mais importante e prestigiada competição europeia de clubes, destacando-se Bayern de Munique, Real Madrid, Barcelona e outros, sendo também justo salientar a excelente carreira conseguida pelo campeão português, Sporting Clube de Portugal, que logrou ultrapassar a fase eliminatória, para chegar à fase de grupos, onde teve comportamento relevante.

Para além de todos os incidentes e todas as suas consequências, Arsenal e PSG conseguiram o almejado objectivo de se apresentar num dos mais históricos estádios europeus, o Arena, em Budapeste, apresentando-se em melhores condições o representante francês, não só pela qualidade de futebol que exibiu durante toda a temporada, mas também por ter nas suas fileiras jogadores de altíssimo nível, entre os quais quatro portugueses, cujo valor não poderia ser posto em causa.

E foi exactamente em consequência de tudo isto que os parisienses se apresentam na capital da Hungria não apenas como candidatos à vitória final mas, sobretudo, como o principal favorito para atingir essa conquista.

O jogo a que se assistiu na tarde de sábado mostrou-nos duas realidades diferentes, ou seja, uma equipa ambiciosa e com manifesta vontade de vencer, e outra predisposta a jogar com calculismo à espreita de uma oportunidade, sem se preocupar muito e apresentar futebol de qualidade. Claramente defensiva, a formação arsenalista acabou por ser vencida por um adversário superior, mesmo que tenha sido necessário recorrer ao desempate pela marcação de grandes penalidades, momento em que o PSG foi mais profissional.

É oportuno recordar aqui palavras dessa lenda do futebol que se chama Alex Fergusson:

  • Fonte: Rádio Renascença
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