"Não é punição, é um prémio": PSD defende trabalho social obrigatório

  • 12/06/2026 14:09
  • Redação

A deputada acredita que a obrigatoriedade de trabalho social para quem recebe apoios do Estado deve ser encarada como “um prémio” e não como uma punição".

"Há um grande número de pessoas que têm condições e que nós temos que ajudar, colocar-lhes o trampolim para que dêem um salto mais alto", afirma Carla Barros, que sugere que há beneficiários que precisam de incentivo e acompanhamento e não de uma lógica meramente assistencialista.

“Temos que colocar-lhes o trampolim para que deem um salto mais alto e não estarmos apenas a dar-lhes o cheque mensalmente, sem ativarmos as suas competências”, afirma a deputada.

Carla Barros ataca ainda os maiores partidos da oposição: a esquerda, que "fica muito preocupada quando se reduz o número de pobres", e a direita "sempre em guerra", que considera que "todos os pobres são preguiçosos".

Já sobre a reforma laboral, que deverá ser discutida no Parlamento na próxima semana, a deputada do PSD mostra confiança na aprovação do diploma. Ainda assim, critica a postura do PS e da UGT ao longo do processo negocial.

"A UGT está tomada pelos vírus do Partido Socialista, é um braço armado do Partido Socialista", atira.

A social-democrata considera que os socialistas devem estar agora "arrependidíssimos" por não terem demonstrado mais abertura para negociar no Parlamento e para convencer a UGT a chegar a acordo na concertação social.

  • Fonte: Rádio Renascença
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