O país entrou em pânico

O país entrou em pânico

  • 19/06/2026 00:43
  • Redação

O empate consentido na quarta-feira pela selecção portuguesa, em Houston, tem causado sério alarme em todo o país, havendo opiniões contraditórias sobre o que vai acontecer aos comandados de Martinez até chegar ao fim a sua participação no Mundial de Futebol, que decorre nos Estados Unidos, México e Canadá.

Não estava nas previsões este resultado/insucesso da equipa nacional, tendo em vista a qualidade dos jogadores que integram o nosso grupo e, por outro lado, a pouca credibilidade que era atribuída à selecção da República Democrática do Congo.

A vitória era, em princípio, inquestionável, tendo-se em conta aquilo que parecia ser a diferença entre as duas formações, mesmo considerando que o futebol já africano já vinha deixando sérios avisos sobre a qualidade do seu futebol, e as boas exibições que algumas equipas já haviam patenteado em campo até agora.

Aos seis minutos de jogo, com o golo de João Neves, essa ideia tomou ainda mais corpo, com a quase certeza de que a goleada acabaria por tornar-se inevitável.

Afinal, tudo veio confirmar o contrário: os congoleses entraram no jogo, agigantaram-se e, em certos momentos, criaram mesmo alguma perturbação à equipa comandada por Martinez.

No fim de contas, para uma larga faixa de seguidores da nossa selecção, a culpa do que aconteceu assenta como uma luva num só jogador, de seu nome Cristiano Ronaldo.

É verdade que o grande jogador esteve muito ausente do jogo e, nas raras oportunidades que se lhe depararam, nem sequer acertou na baliza congolesa.

Porém, considerá-lo como o grande responsável por tudo quanto aconteceu a Portugal, é uma flagrante injustiça, por tudo quanto foi dado ver.

A CR7 deverão juntar-se muitos outros nomes de jogadores que continuam a não render na selecção, como são os casos, entre outros, de Bruno Fernandes, Cancelo, Vitinha, Bernardo Silva, Pedro Neto e afins.

Positivas, apenas as prestações de João Neves e de Xico Conceição que, no entanto, não bastaram para que tudo terminasse diferente.

E a onda que varre todo o país só poderá desaparecer se tudo for diferente na desafio da próxima terça-feira, de novo em Houston, frente à selecção do Uzbequistão, a começar por Roberto Martinez e pelas escolhas que vai fazer, para escalar o onze inicial.

  • Fonte: Rádio Renascença
Envie fotos, vídeos, denúncias e reclamações para nossa equipe pelo E-mail contato@portugalemfoco.pt.

Compartilhar: