Bastidores e excentricidades dos músicos? “Agora só pedem sumos naturais”
- 19/06/2026 08:45
- Redação
Águas de uma determinada marca, toalhas de uma certa cor, decoração do camarim específica. As histórias das exigências dos artistas já fizeram correr muita tinta, mas esses tempos parecem terminados.
Luís Soares argumenta que os artistas “utilizavam essas coisas simplesmente para saber que havia atenção ao detalhe e que a equipa sabia ler e lia tudo direitinho; se esses pequenos pormenores estavam cumpridos, significava que o show ia correr como deveria, sem nenhuma incidência”.
O diretor de Marketing argumenta ainda que este tipo de pedidos justificava-se numa altura em que o mundo era menos uniforme e os músicos andavam em “tour” durante vários meses seguidos”.
“Queriam determinados produtos, determinada comida, determinada dieta e naturalmente havia esses pedidos”, exemplifica.
Luis Soares lembra que houve alturas do país em que “a água era diferente, a cerveja era diferente; hoje felizmente vivemos num Portugal em que temos acesso a tudo, a todas as coisas”.
Ao longo de 22 anos, têm sido inúmeros os artistas que o Rock in Rio Lisboa que chegam a Portugal pela mão da organização do evento. Se alguns chegam em cima do acontecimento, há outros que vêm com mais antecedência.
Desde o momento que chegam são acompanhados por “equipas altamente profissionalizadas, tanto do nosso lado como da equipa dos artistas”, diz.
“Estamos sempre em contato com a equipa de comunicação, a equipa de management, de agenciamento, para poder dar a melhor experiência possível. Muitos desses artistas vêm mais cedo para ensaiar. É preciso encontrar salas de estúdio, para poderem preparar o melhor possível a atuação no Rock in Rio”, assegura.