Cuba e comunismo

Cuba e comunismo

  • 23/06/2026 02:59
  • Redação

Em 1959 uma revolução em Cuba derrubou um regime corrupto e colocou no poder alguns jovens políticos que se tornariam vedetas mundiais – caso, por exemplo, de Fidel Castro, Che Guevara, etc. Pouco tempo depois, esses políticos aderiram ao comunismo, passando a ter o apoio da União Soviética.

Passados quase 70 anos, a União Soviética já não existe e Cuba está mergulhada numa grave crise humanitária. Uma crise económica e social.

O embargo imposto a Cuba pelos Estados Unidos desde há décadas levou à saída do país de várias empresas estrangeiras. Unidades financeiras como a Visa e a Mastercard deixaram de atuar em Cuba. Receou-se uma intervenção dos EUA, como aconteceu na Venezuela.

Até o setor do turismo teve melhores dias; o número de turistas em Cuba tem vindo a cair. O que não espanta, pois a falta de combustível leva a longas horas sem energia elétrica. E o lixo não é removido

Perante o agravar da crise, o partido comunista cubano decidiu uma série de reformas que abrem Cuba à economia de mercado. Trata-se de 176 medidas que flexibilizam o modelo económico, abrem ao setor privado e apelam ao investimento estrangeiro. Todas essas medidas foram aprovadas por unanimidade no parlamento cubano.

O partido comunista cubano procura fazer acreditar que a presente abertura à economia de mercado não é resultado da pressão americana. E os seus dirigentes continuam a proclamar “socialismo ou morte”. Mas a viragem de Cuba para a economia de mercado é a melhor prova do falhanço do comunismo.

  • Fonte: Rádio Renascença
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