Bellingham tapou a boca e não foi expulso. Porquê?

Bellingham tapou a boca e não foi expulso. Porquê?

  • 24/06/2026 11:56
  • Redação

A imagem de Jude Bellingham a tapar a boca enquanto conversa com Jordan Ayew durante o Inglaterra – Gana levantou polémica. Face à chamada “lei Prestianni” não deveria ter sido expulso?

O contexto dessa conversa conta, tinha explicado Pierluigi Collina, o chefe dos árbitros da FIFA antes do Mundial 2026.

“Os jogadores podem continuar a tapar a boca com o braço ou a camisola porque podem estar a falar com amigos”, começa por dizer o ex-árbitro italiano. “É normal conversar antes, durante e depois do jogo”.

Collina esclarece: “Se a conversa é amigável podem continuar a tê-la sem problemas”.

Já quando a “conversa é confrontacional, tapar a boca quer dizer que estás a fazer alguma coisa muito errada, potencialmente, e aí a sanção é cartão vermelho”.

Já houve uma expulsão por mão a tapar a boca durante o Mundial 2026 que está a decorrer em Estados Unidos, Canadá e México.

O lance começou com uma alegada falta entre Isidro Pitta e Ismail Yuksek, vários jogadores envolveram-se na polémica e Almiron foi visto a falar (de boca tapada) com Mert Muldur, dois atletas que não estavam diretamente envolvidos no lance original.

“Isto de tapar a boca é uma regra muito importante”, disse Gianni Infantino, presidente da FIFA, à televisão SNTV. “Tem a ver com respeito e o exemplo que queremos dar”.

Almiron foi expulso e castigado com uma partida de suspensão. O castigo poderia ter sido agravado se tivesse sido comprovada utilização de linguagem abusiva.

A chamada “Lei Prestianni” surgiu depois do incidente entre o extremo do Benfica e o avançado Vini Jr, do Real Madrid, durante a partida entre ambos para a Liga dos Campeões.

  • Fonte: Rádio Renascença
Envie fotos, vídeos, denúncias e reclamações para nossa equipe pelo E-mail contato@portugalemfoco.pt.

Compartilhar: