Campanhas solidárias. Como posso ajudar a Venezuela a partir de Portugal?

  • 26/06/2026 14:15
  • Redação

Também a Cruz Vermelha lançou uma campanha de donativos para financiar as operações de emergência e os contributos podem ser feitos através da plataforma da organização.

Por exemplo, a associação HUELLATINA, em parceria com a Câmara Venezuelana-Portuguesa de Comércio e Indústria, abriu um centro de recolha de ajuda humanitária no Porto, na Rua Augusto Rosa, onde podem ser entregues bens.

Já a ALUSVEN – Associação Luso-Venezuelana de Cooperação e Desenvolvimento – pede materiais essenciais, como tendas de campismo, sacos-cama, colchões insufláveis, mantas térmicas, alimentos enlatados, kits de primeiros socorros e outras ajudas que podem ser entregues em lojas Liberty Express, em Lisboa, Porto, Aveiro e Algarve, bem como no supermercado Pasaporte Latino, em Braga.

Há recolhas que estão já a ser organizadas a nível local. Por exemplo, a freguesia de Mira de Aire, no concelho de Porto de Mós, vai recolher bens essenciais, como alimentos não perecíveis e material médico básico no próximo domingo, a partir das 08h00, na praça em frente à Igreja Velha.

A Diocese do Funchal também se juntou à mobilização nacional com uma coleta solidária em todas as missas dos dias 4 e 5 de julho, cuja receita será integralmente enviada para a Cáritas da Venezuela.

Portugal vai enviar esta sexta-feira uma equipa especializada em busca e resgaste em estruturas colapsadas, composta por 64 elementos com experiência em cenários de sismos.

São elementos da GNR, entre eles, seis equipas com cães, mais 15 do regimento sapadores bombeiros de Lisboa, elementos do INEM e da Autoridade Nacional de Emergência e Proteção Civil.

A Madeira e os Açores também vão enviar um contingente de 18 operacionais especializados em operações de busca, localização e salvamento de vítimas.

De resto, a missão portuguesa está integrada no Mecanismo Europeu de Proteção Civil que conta com a participação de outros sete países.

Já nas últimas horas chegou a Caracas uma equipa com 80 elementos da Suíça, sendo que ao todo já foram enviadas para o terreno, envolvendo cerca de mil profissionais de resgate de vários países.

Outros países que já mobilizaram ajuda são a Rússia e a Ucrânia, bem como o Irão e os Estados Unidos da América (EUA).

  • Fonte: Rádio Renascença
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