Ministra do Trabalho acredita que PSU entre em vigor em setembro
- 30/06/2026 08:49
- Redação
A ministra do Trabalho entende que estão reunidas as condições para o texto final da Prestação Social Única ser aprovado em dois meses. Entre críticas ao PS, refere também que a legislação portuguesa está preparada para proteger os trabalhadores durante a onda de calor.
Juntos numa conferência sobre economia social, promovida nesta terça-feira pela Confederação Portuguesa de Economia Social, em Lisboa, estão a ministra do Trabalho e o ministro da Reforma do Estado.
Na ribalta da Comunicação Social nos últimos tempos, devido, em geral, à reforma falhada da legislação laboral, Maria do Rosário Palma Ramalho disponibiliza-se para, à margem, prestar declarações aos jornalistas. Já Gonçalo Matias, desta vez, opta por, terminada a respetiva intervenção, sair sem deixar rasto ou hipótese de questões – numa semana em que é apresentada a Amália, Inteligência Artificial desenvolvida por Portugal.
As perguntas à governante dividem-se assim em dois grupos: onda de calor e Prestação Social Única.
E ainda há tempo para uma bicada ao PS acerca da mesma temática. “Este projeto provém de uma ideia do Partido Socialista. Foi inscrito no PRR para esse efeito, mas nós chegámos e não havia absolutamente nada feito – mas quando digo nada é zero. É um projeto de grande complexidade técnica. Talvez o de maior complexidade técnica que até agora tivemos de fazer”, refere.
“Estamos absolutamente alerta relativamente àquilo que são os perigos da onda de calor nos trabalhadores. Nomeadamente nas pessoas que trabalham na rua e num ambiente não climatizado. Evidentemente que se o clima for absolutamente impossível para desempenhar as funções devem ser equipados de equipamentos contra o sol”, sublinha, referindo-se também à necessária “preocupação com a hidratação”. Tudo, garante a ministra, “absolutamente acomodável com a legislação em vigor”.