Trump diz que EUA são o país "mais livre e mais forte da história"
- 04/07/2026 04:06
- Redação
Donald Trump marcou o arranque das comemorações do 250.º aniversário da independência dos Estados Unidos com um discurso no Monumento Nacional do Monte Rushmore, no Dakota do Sul, onde exaltou a história do país e defendeu que os Estados Unidos ocupam uma posição única no mundo.
"Somos o povo mais livre do mundo, temos a Constituição mais justa e duradoura do mundo e somos a nação mais poderosa do mundo", afirmou Donald Trump, durante uma cerimónia que incluiu homenagens às Forças Armadas e sobrevoos militares.
O Presidente norte-americano descreveu a fundação dos Estados Unidos como "um acontecimento único na história da humanidade" e evocou o legado dos Pais Fundadores e da Declaração de Independência de 1776. Ao longo da intervenção, recorreu ao simbolismo do Monte Rushmore, onde estão esculpidos os rostos de George Washington, Thomas Jefferson, Theodore Roosevelt e Abraham Lincoln.
Trump regressou assim ao local que já tinha escolhido para celebrar o Dia da Independência em 2020, durante o primeiro mandato, quando defendeu a preservação dos monumentos históricos perante os protestos do movimento Black Lives Matter.
Segundo a agência EFE, o Presidente fez uma extensa revisão da história norte-americana, desde a Guerra da Independência até às guerras mundiais, procurando enquadrar a evolução do país na continuidade representada pelos quatro presidentes homenageados no monumento.
"Este país não é a norma, é a exceção. É raro, é precioso e é milagroso", afirmou Donald Trump, acrescentando que a identidade nacional foi determinante para preservar a liberdade ao longo de dois séculos e meio. O Presidente alertou ainda para aquilo que considera serem tentativas de alterar o caráter excecional dos Estados Unidos e de afastar os cidadãos da sua própria história.
Na parte final da intervenção, Trump associou o discurso às suas prioridades políticas, destacando a Segunda Emenda da Constituição, que garante o direito ao porte de armas, criticando o que classificou como um ressurgimento do comunismo nos Estados Unidos e enaltecendo a capacidade militar norte-americana.
"Isto não é um fim, é o início da era dourada da América", concluiu Donald Trump, projetando um futuro assente na liderança tecnológica, na independência energética e na expansão da exploração espacial.