“Apesar das temperaturas mais baixas, INEM não irá desmobilizar meios”
- 08/07/2026 12:48
- Redação
“Habitualmente, temos uma média de cerca de 4.500 chamadas por dia, na passada segunda-feira chegámos às 5.149 chamadas, ou seja, tivemos um aumento bastante significativo”, refere Luís Cabral.
Na terça-feira, o número de chamadas foi de 4.750, cerca de 250 pedidos de ajuda acima do habitual.
O presidente do INEM explica que os efeitos negativos das ondas de calor sobre a saúde, nomeadamente entre doentes crónicos, tendem a surgir nos 10 dias seguintes à exposição às temperaturas elevadas.
“Aquilo que nós vemos é, no fundo, um impacto indireto dessa onda de calor, ou seja, a descompensação das doenças crónicas nos doentes com insuficiência respiratória, insuficiência cardíaca, os doentes mais idosos, mais debilitados, ou no fundo as faixas etárias mais nos extremos, as crianças.”
Luís Cabral refere que nos “10 dias subsequentes” à onda de calor ainda haverá impacto na saúde dos portugueses, por isso, o INEM não vai baixar o nível de alerta.