Seguro: "Não podemos aceitar que morrer na estrada continua a ser uma fatalidade"

Seguro: "Não podemos aceitar que morrer na estrada continua a ser uma fatalidade"

  • 15/08/2026 07:50
  • Redação

Um dia depois da morte de um ciclista na Volta a Portugal, durante a competição, o Presidente da República, António José Seguro, disse que “não podemos aceitar que morrer na estrada continua a ser uma fatalidade”.

Em Celorico de Basto, na comemoração do centenário da associação de bombeiros local, Seguro enfatizou que “cada morte é uma família destruída, um projeto de vida interrompido”.

E, por isso, o Presidente da República quis fazer um apelo “a uma cultura de responsabilidade nas estradas portuguesas”.

Seguro recorreu ainda aos números para referir que, em 2025, “morreram 589 pessoas nas estradas portuguesas”. A estes somam-se ainda cerca de 2.500 feridos graves, no ano passado, sendo que este ano já se registaram mais de 90 mil acidentes.

“Cerca de 300 mortos e cerca de 1.786 feridos graves. São números dramáticos que não podemos aceitar. Temos todos o dever de agir, de parar esta tragédia”, rematou o Presidente da República em declarações aos jornalistas.

As palavras de António José Seguro surgem depois de ontem, o ciclista britânico Finlay Tarling, de 19 anos, morrer em plena Volta a Portugal - tragédia que levou a sua equipa, a NSN Development Team, a abandonar a prova.

  • Fonte: Rádio Renascença
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