Cabaz alimentar da Deco volta a subir e custa agora quase 254 euros
- 19/08/2026 07:36
- Redação
O preço do cabaz alimentar essencial voltou a subir e custa agora 253,55 euros, de acordo com a análise semanal da Deco Proteste. O valor representa um aumento de 1,48 euros face à semana anterior.
Em comunicado, a associação de defesa do consumidor, indica que desde o início do ano, comprar os mesmos 63 produtos alimentares essenciais ficou 11,73 euros mais caro, o que corresponde a uma subida de 4,85%.
A diferença é ainda mais expressiva quando comparada com há quatro anos. Em janeiro de 2022, era possível comprar exatamente o mesmo cabaz por menos 65,85 euros, uma diferença de 35,08%.
Entre 12 e 19 de agosto, o atum posta em óleo vegetal foi o produto que mais aumentou de preço, com uma subida de 16%, passando a custar 1,59 euros.
Seguiram-se a farinha para bolos, que aumentou 10%, para 1,83 euros, e o feijão manteiga, também com uma subida de 10%, passando a custar 1,50 euros.
Na comparação com o mesmo período do ano passado, os maiores aumentos percentuais verificam-se na couve-coração, no bacalhau graúdo e no robalo.
A couve-coração está agora 24% mais cara, custando 1,94 euros por quilo, enquanto o bacalhau graúdo aumentou igualmente 24%, para 19,56 euros por quilo. Já o robalo registou uma subida de 22%, atingindo 10,06 euros por quilo.
Desde que a Deco Proteste iniciou esta análise, a 5 de janeiro de 2022, alguns produtos registaram aumentos muito significativos.
A maior subida percentual foi registada na carne de novilho para cozer, cujo preço aumentou 119%, para 12,76 euros por quilo.
Segue-se a couve-coração, com uma subida de 95%, para 1,94 euros, e o bacalhau graúdo, cujo preço aumentou 85%, para 19,56 euros por quilo.
A cabaz alimentar inclui carne, congelados, frutas e legumes, laticínios, mercearia e peixe. Entre outros, são considerados produtos como peru, frango, carapau, pescada, cebola, batata, cenoura, banana, maçã, laranja, arroz, esparguete, açúcar, fiambre, leite, queijo e manteiga.