São Bento da Porta Aberta lembra drama dos cristãos perseguidos no mundo
- 04/09/2026 06:59
- Redação
Uma caminhada em silêncio, em memória dos cristãos que são impedidos de viver a sua fé em liberdade, será um dos momentos mais significativos da Jornada de sensibilização para o drama da perseguição religiosa que persiste em muitos países, e que, uma vez mais, decorre no Santuário de São Bento da Porta Aberta, na arquidiocese de Braga.
A diretora do secretariado nacional da Fundação marcará presença nos vários pontos da Jornada marcada para domingo, 6 de setembro. Para além das Missas, a que serão celebradas durante a manhã, haverá uma caminhada ao início da tarde, que vai partir “das Portas de São Bento, seguindo a Via do Peregrino e Via Sacra, até ao terreiro frente à Basílica”.
“Ao longo de todo o trajeto, como é também habitual, os peregrinos serão acompanhados pelo som dos sinos da Basílica, cuja fachada estará iluminada de vermelho para lembrar, também dessa forma, o sangue derramado pelos mártires”, adianta a nota da AIS.
Para além deste Dia de Oração, o Santuário de São Bento de Porta Aberta tem colaborado regularmente com a AIS, nomeadamente quando a fundação pontifícia organiza, no mês de Novembro, a chamada “RedWeek”, ou “semana vermelha”, de alerta para a perseguição religiosa e o ódio à fé.
“É sempre gratificante vir a este santuário que se tem afirmado, ao longo dos anos, como um lugar de destaque em Portugal na defesa dos cristãos perseguidos no mundo. A colaboração com a AIS durante a Red Week é disso um bom exemplo que importa também sublinhar e agradecer”, sublinha Catarina Martins Bettencourt.
São Bento da Porta Aberta é o segundo maior santuário português, depois de Fátima, atraindo anualmente centenas de milhares de peregrinos. Situado no coração do Minho, no Gerês, é lugar preferencial de culto ao fundador dos monges beneditinos.
A Ajuda à Igreja que Sofre é uma fundação pontifícia com 24 secretariados nacionais – incluindo o português. Apoia neste momento cerca de 5 mil projetos por ano, em mais de 130 países, dando resposta “a necessidades urgentes para com aqueles que mais sofrem por causa da sua fé”.