Botelho da Costa: "Quando não fazemos golos e ainda os oferecemos, fica complicado"

Botelho da Costa: "Quando não fazemos golos e ainda os oferecemos, fica complicado"

  • 04/09/2026 18:38
  • Redação

O treinador do Moreirense lamenta os erros cometidos pela equipa, na defesa e no ataque, na derrota diante do FC Porto, por 2-1, em que os cónegos estiveram a vencer mas sofreram a reviravolta.

"Quando temos as ocasiões que temos e não as fazemos e ainda oferecemos golos, fica complicado. Disse exatamente isto aos jogadores no balneário: 98% são só elogios, mas estes 2% é o que faz a diferença entre conseguirmos ter sucesso nestes jogos ou não, são erros que não são aceitáveis a este nível", reconhece Vasco Botelho da Costa, em declarações à Sport TV, no final da partida no Estádio do Dragão.

Victor Froholdt: "Em nome de todo o grupo de trabalho, especialmente do Liberato, deixar uma palavra de melhoras para o Victor. Pelo que percebi, o pior já tinha passado. Que recupere rápido, é um craque, faz falta ao nosso campeonato. Todos gostamos de o ver lá dentro."

Análise: "Jogo difícil, o Porto tem muita intensidade. Conseguimos igualar os níveis de competitividade, ganhar duelos, primeiras bolas, segundas bolas. Não podíamos expor-nos em demasia nem pressionar à maluca. Podíamos ter arriscado um bocadinho mais na pressão em determinados momentos, porque estávamos a ter sucesso, eles estavam confusos com a nossa estratégia. O Porto ganhou, teve várias ocasiões, não foi dizer que foi justo ou injusto. Agora, quando temos as ocasiões que temos e não as fazemos e ainda oferecemos golos, fica complicado. Disse exatamente isto aos jogadores no balneário: 98% são só elogios, mas estes 2% é o que faz a diferença entre conseguirmos ter sucesso nestes jogos ou não, são erros que não são aceitáveis a este nível."

Falhanço de Parsenain: "Não quero estar a individualizar, não foi só ele. Tivemos mais ocasiões claras até ao intervalo, os erros nos golos do Porto. São coisas que continuam a acontecer. Temos uma equipa jovem, mas eles têm qualidade. Não gosto de vitórias morais, levamos daqui zero pontos e eu gosto é de três pontos, não é sequer do um, mas saímos daqui com a confiança de que vamos fazer coisas boas."

Goleada sofrida com o Arouca mostrou que o Moreirense tem de jogar de faca nos dentes? "A aprendizagem no futebol vive um bocado de modas. Farioli trouxe uma dimensão física muito grande à liga e muitas contratações das equipas vão nesse sentido, e nós temos de nos adaptar. Temos de ser competitivos. Não gosto de chorar sobre o leite derramado, mas nestes momentos temos uma oportunidade: ou crescemos ou ficamos encostados ao insucesso. Estamos num caminho de crescimento e evolução, somos uma equipa que quer ser competitiva em todos os jogos e ir sempre à procura dos três pontos."

  • Fonte: Rádio Renascença
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