Ano letivo "ensombrado" por falta de professores e assistentes

Ano letivo "ensombrado" por falta de professores e assistentes

  • 11/09/2026 03:15
  • Redação

O presidente da Associação de Diretores de Agrupamentos e Escolas Públicas (ANDAEP) antecipa que "o que vai ensombrar, quer o arranque, quer grande parte, senão todo o ano letivo que agora começa" será, não só, "a escassez de professores", mas também a falta de assistentes operacionais.

As escolas começam a receber alunos para mais um ano letivo que será marcado, também, pela proibição dos "smartphones" até ao 9.º ano de escolaridade. O presidente da ANDAEP lembra que, no ano letivo passado, embora a proibição fosse só até ao 6º ano, "a maior parte das escolas estendeu esta medida até ao nono e, algumas, até a alargaram ao secundário". Ou seja, sublinha, "aquilo que o Ministério da Educação agora transforma em lei era já uma prática das escolas".

A situação é diferente nas escolas do secundário, onde, "para o 10º e até ao 12º ano de escolaridade, não há essa proibição", mas também onde, em muitas delas, esses estudantes convivem, nos mesmos espaços, "com alunos do terceiro ciclo, do 7º ao 9º". Nestes casos, Filinto Lima aconselha "que haja um debate com alunos, pais e professores, até porque irá haver aqui um período de transição, sendo a lei para ser aplicada só a partir do dia 1 de janeiro". "O que eu aconselho é o diálogo e, depois, cada escola saberá qual a melhor maneira de aplicar esta regra".

  • Fonte: Rádio Renascença
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