Filipe Coelho: "Números volumosos não assentam nada na exibição que fizemos"

Filipe Coelho: "Números volumosos não assentam nada na exibição que fizemos"

  • 12/09/2026 17:05
  • Redação

O treinador do Casa Pia, Filipe Coelho, considera que a derrota, por 4-1, com o FC Porto é um resultado que "não assenta nada" na exibição que a sua equipa fez, em Rio Maior, frente ao campeão nacional.

"Os números volumosos não assentam nada na exibição que fizemos. É um Casa Pia mais próximo do que queremos, que se conseguiu bater com uma das melhores equipas do campeonato. Estamos frustrados por contra uma equipa tão forte, nos termos apresentado tão bem, termos feito apenas um golo e termos sofrido uma derrota pesada", lamenta, em conferência de imprensa de rescaldo da partida.

O Casa Pia continua no último lugar do campeonato, depois desta derrota com o FC Porto, com um ponto apenas somado em seis jornadas.

Dois golos sofridos de bola parada: "Temos de viver a bola parada com mais agressividade e mentalidade diferente, para respondermos às investidas do adversário. Não só o Porto, mas todos os que nos aparecerem pela frente."

Vem aí o clique da primeira vitória? "O clique final estará mais perto, olhando para os últimos três jogos com fora. Moreirense em casa fizemos um belíssimo jogo e se calhar se os jogássemos da mesma forma dez vezes, ganhámos nove e perdíamos uma — foi esta, a que tínhamos de ganhar. Em Guimarães, fizemos um jogo muito bom na primeira parte e sofrido na segunda, é certo. O Vitória acaba por ter 70 e tal por cento de posse de bola contra 20 e tal nossos. Hoje a divisão está em 60-40. O clique vai acabar naturalmente por acontecer. Chegámos ao primeiro ponto na semana passada, ao primeiro golo hoje. Podíamos ter feito mais golos hoje, antes do penálti temos uma boa oportunidade também pelo Henrique, na segunda parte penso que estamos mais perto do 3-2 que o Porto do 4-1. Tivemos as nossas oportunidades, fruto da qualidade nas transições, em que fomos segurando e transportando a bola para o meio-campo do Porto e chegando ao último terço com a qualidade dos nossos jogadores mais próximos da baliza do Porto. Também cuidando dos equilíbrios, que era importante fazer crescer a equipa atrás. Estivemos muito bem, simplesmente os nossos cinco remates, contra os quatro do Porto, apenas um deu golo."

Este é o Casa Pia que pretende? "Sim, é um Casa Pia a cuidar mais das valências do adversário. Esta equipa é diferente da que vimos à segunda jornada com o Benfica. Os números volumosos de hoje não assentam nada na exibição que fizemos. É um Casa Pia mais próximo do que queremos, que se conseguiu bater com uma das melhores equipas do campeonato. Estamos frustrados por contra uma equipa tão forte, nos termos apresentado tão bem, termos feito apenas um golo e termos sofrido uma derrota pesada. Mas quem viu o jogo aprova a tese: o Casa Pia está bem melhor hoje, está a crescer e os últimos três jogos são prova disso."

Bloco de cinco: "O objetivo da linha de cinco com o Selvi encostado entre o Kaly e o Geraldes era parar o ímpeto que os médios interiores do Porto têm. Ataque à profundidade incrível, agressivos, rápidos a chegar. Em vez de na linha de quatro andarmos a correr atrás deles, decidimos esperar por eles e que eles batessem de frente, absorver essas roturas de forma mais sólida. João Rego e Ofori sempre a cuidar desses médios também pela frente. O nosso bloco era tão compacto que muitas vezes os médios eram obrigados a aparecer à frente do nosso bloco e isso ajudava-nos ao controlo e evitava que eles entrassem à profundidade no corredor central e limitássemos a procura da profundidade, pelo Diogo, pelo Bednarek e pelo Kiwior, do Pepê e do William Gomes."

O treinador do Casa Pia, Filipe Coelho, considera que a derrota, por 4-1, com o FC Porto é um resultado que "não assenta nada" na exibição que a sua equipa fez, em Rio Maior, frente ao campeão nacional.

"Os números volumosos não assentam nada na exibição que fizemos. É um Casa Pia mais próximo do que queremos, que se conseguiu bater com uma das melhores equipas do campeonato. Estamos frustrados por contra uma equipa tão forte, nos termos apresentado tão bem, termos feito apenas um golo e termos sofrido uma derrota pesada", lamenta, em conferência de imprensa de rescaldo da partida.

O Casa Pia continua no último lugar do campeonato, depois desta derrota com o FC Porto, com um ponto apenas somado em seis jornadas.

Dois golos sofridos de bola parada: "Temos de viver a bola parada com mais agressividade e mentalidade diferente, para respondermos às investidas do adversário. Não só o Porto, mas todos os que nos aparecerem pela frente."

Vem aí o clique da primeira vitória? "O clique final estará mais perto, olhando para os últimos três jogos com fora. Moreirense em casa fizemos um belíssimo jogo e se calhar se os jogássemos da mesma forma dez vezes, ganhámos nove e perdíamos uma — foi esta, a que tínhamos de ganhar. Em Guimarães, fizemos um jogo muito bom na primeira parte e sofrido na segunda, é certo. O Vitória acaba por ter 70 e tal por cento de posse de bola contra 20 e tal nossos. Hoje a divisão está em 60-40. O clique vai acabar naturalmente por acontecer. Chegámos ao primeiro ponto na semana passada, ao primeiro golo hoje. Podíamos ter feito mais golos hoje, antes do penálti temos uma boa oportunidade também pelo Henrique, na segunda parte penso que estamos mais perto do 3-2 que o Porto do 4-1. Tivemos as nossas oportunidades, fruto da qualidade nas transições, em que fomos segurando e transportando a bola para o meio-campo do Porto e chegando ao último terço com a qualidade dos nossos jogadores mais próximos da baliza do Porto. Também cuidando dos equilíbrios, que era importante fazer crescer a equipa atrás. Estivemos muito bem, simplesmente os nossos cinco remates, contra os quatro do Porto, apenas um deu golo."

Este é o Casa Pia que pretende? "Sim, é um Casa Pia a cuidar mais das valências do adversário. Esta equipa é diferente da que vimos à segunda jornada com o Benfica. Os números volumosos de hoje não assentam nada na exibição que fizemos. É um Casa Pia mais próximo do que queremos, que se conseguiu bater com uma das melhores equipas do campeonato. Estamos frustrados por contra uma equipa tão forte, nos termos apresentado tão bem, termos feito apenas um golo e termos sofrido uma derrota pesada. Mas quem viu o jogo aprova a tese: o Casa Pia está bem melhor hoje, está a crescer e os últimos três jogos são prova disso."

Bloco de cinco: "O objetivo da linha de cinco com o Selvi encostado entre o Kaly e o Geraldes era parar o ímpeto que os médios interiores do Porto têm. Ataque à profundidade incrível, agressivos, rápidos a chegar. Em vez de na linha de quatro andarmos a correr atrás deles, decidimos esperar por eles e que eles batessem de frente, absorver essas roturas de forma mais sólida. João Rego e Ofori sempre a cuidar desses médios também pela frente. O nosso bloco era tão compacto que muitas vezes os médios eram obrigados a aparecer à frente do nosso bloco e isso ajudava-nos ao controlo e evitava que eles entrassem à profundidade no corredor central e limitássemos a procura da profundidade, pelo Diogo, pelo Bednarek e pelo Kiwior, do Pepê e do William Gomes."

  • Fonte: Rádio Renascença
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