Ventura acusa Aguiar-Branco de "bloqueio" e quer ter "conversa prévia" com presidente da AR
- 16/09/2026 11:00
- Redação
Ventura questiona mesmo Aguiar-Branco: "Teve pressões do PSD para isso? Teve pressões do primeiro-ministro para isso?". O líder do Chega falava aos jornalistas na sala de conferências de imprensa do Parlamento onde acusou mesmo o presidente da Assembleia da República de "degradar ainda mais as instituições, a própria Assembleia está sequestrada com medo de investigar Luís Neves, esta é uma atitude de bloqueio e proteção de amigos ou interesses partidários, inaceitável numa democracia".
O líder do Chega não diz se vai ou não recorrer da decisão de Aguiar-Branco e atira qualquer conclusão para depois de uma "conversa prévia" com o presidente do Parlamento, encontro que Ventura aponta para "entre hoje ou amanhã".
O presidente da Assembleia da República "não está acima do escrutínio", disse ainda Ventura, referindo que "é importante perceber se Aguiar-Branco está disposto a bloquear todas as iniciativas" de inquérito, acusando mesmo a segunda figura do Estado de permitir o "outro requerimento porque sabe que a do JPP será chumbada pelo PS e pelo PSD".
O objetivo agora é "focar como é que vamos garantir que a investigação acontece", com o argumento de que há "casos evidentes de conluio, incompetência de gestão pública e crimes", acusa Ventura.
Ventura salienta que na segunda versão do requerimento, o Chega "respondeu a muitas questões que Aguiar-Branco tinha pedido, delimitámos o objeto do inquérito, deixámos claro qual era o âmbito da comissão de inquérito", reiterando que o presidente do Parlamento usa de "critérios nada sindicáveis e muito pouco compreensíveis".
O presidente da Assembleia da República "não está acima do escrutínio", disse ainda Ventura, referindo que "é importante perceber se Aguiar-Branco está disposto a bloquear todas as iniciativas" de inquérito, acusando mesmo a segunda figura do Estado de permitir o "outro requerimento porque sabe que a do JPP será chumbada pelo PS e pelo PSD".
O objetivo agora é "focar como é que vamos garantir que a investigação acontece", com o argumento de que há "casos evidentes de conluio, incompetência de gestão pública e crimes", acusa Ventura.
Ventura salienta que na segunda versão do requerimento, o Chega "respondeu a muitas questões que Aguiar-Branco tinha pedido, delimitámos o objeto do inquérito, deixámos claro qual era o âmbito da comissão de inquérito", reiterando que o presidente do Parlamento usa de "critérios nada sindicáveis e muito pouco compreensíveis".