O inovador Klopp inovou e convocou 44 jogadores na primeira convocatória como selecionador alemão
- 17/09/2026 07:15
- Redação
Do campus da federação alemão em Frankfurt brotou uma novidade: uma convocatória com 44 jogadores para os quatro jogos da Liga das Nações com Países Baixos, Sérvia e Grécia.
Magicar duas equipas, onde apenas se repete a presença do guarda-redes Finn Dahmen, foi a inovação do inovador Jürgen Klopp no segundo ato como selecionador nacional da Alemanha, depois da apresentação onde avisou para deixarem a sua família em paz ou batia com a porta.
“Não fizemos uma equipa A e uma equipa B”, explicou Klopp na conferência de imprensa. “Queremos ganhar os quatro jogos. Chamou-nos à atenção o talento que há, tanto que nem puderam entrar todos. Amanhã [sexta-feira] será anunciada a convocatória da seleção sub-21. Ali também há miúdos extraordinários.”
Algumas das novidades do antigo treinador do Liverpool, que era difícil não existirem com quase 50 futebolistas convocados, prendem-se com as chamadas de Hennes Behrens, Max Rosenfelder, Philipp Treu, Yannik Engelhardt, Derry Scherhant e Younes Ebnoutalib. Ao contrário, a sensação do Mundial, Deniz Undav, ficará em casa.
Para os jogos com Países Baixos e Grécia, a 24 e 27 de setembro, foram chamados os seguidos jogadores: Finn Dahmen (Augsburgo), Alexander Nübel (Beşiktaş), Marc-André ter Stegen (Ajax), Hennes Behrens (Augsburgo), Yann-Aurel Bisseck (Inter), Nathaniel Brown (Bayern), Max Rosenfelder (Friburgo), Nico Schlotterbeck (Borussia Dortmund), Jonathan Tah (Bayern), Philipp Treu (Friburgo), Josha Vagnoman (Stuttgart).
E ainda: Nadiem Amiri (Mainz), Bambasé Conté (Hoffenheim), Yannik Engelhardt (Friburgo), Chris Führich (Stuttgart), Serge Gnabry (Bayern), Lennart Karl (Bayern), Joshua Kimmich (Bayern), Jamal Musiala (Bayern), Felix Nmecha (Borussia Dortmund), Kevin Schade (Brentford), Anton Stach (Leeds United), Younes Ebnoutalib (Eintracht) e Kai Havertz (Arsenal).
Já para os jogos com Sérvia e Grécia, agendados para 1 e 4 de outubro, Klopp chamou Noah Atubolu (Eintracht), Finn Dahmen (Augsburgo), Jonas Urbig (Bayern), Waldemar Anton (Borussia Dortmund), Ridle Baku (RB Leipzig), Finn Jeltsch (Stuttgart), Maximilian Mittelstädt (Stuttgart), David Raum (RB Leipzig), Malick Thiaw (Newcastle), Karim Adeyemi (Barcelona), Mika Baur (Celtic), Tom Bischof (Bayern), Saïd El Mala (Colónia), Brajan Gruda (RB Leipzig), Vitaly Janelt (Brentford), Felix Keidel (Elversberg), Aleksandar Pavlovic (Bayern), Derry Scherhant (Friburgo), Florian Wirtz (Liverpool), Jonathan Burkardt (Eintracht) e Nick Woltemade (Juventus)
Sobre o significado da seleção, Klopp, que preferia não ter de voltar a falar em questões políticas, disse que se sente orgulhoso por poder desempenhar este ofício.
“O tempo que dedicamos ao futebol deve servir para desenvolver um sentimento de comunidade e para nos sentirmos melhor. Temos de promover esse ambiente. Mas também necessitamos que as pessoas o recebam e se deixem contagiar por ele…”
Jürgen Klopp foi apresentado em julho como novo selecionador, sucedendo a Julian Naglesmann.